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01/11/2017 - Flim conecta mundos com novo modelo e parcerias

Ao fazer o balanço da 4ª Festa Literária Internacional de Maringá (Flim), o secretário de Cultura, Rafael Toffolo, resume: “nossa proposta de fazer com que o evento superasse a condição de acontecimento pontual e passasse a se integrar a vida da cidade, estimulando a leitura e conectando a literatura com diversas outras manifestações artísticas, foi plenamente alcançado”. A Flim foi realizada de 26 a 29 de outubro. 

Organizada como um espaço de convivência para o diálogo e a troca de experiência, reproduzindo a vocação da praça onde foi realizada, o Centro de Convivência Renato Celidônio, a Flim  consagrou nessa edição um novo formato, ainda sujeito a mudanças, para se tornar ainda mais expressivo na agenda de eventos literários. “Tiramos lições importantes do evento para redesenhar alguns pontos negativos e fortalecer aspectos positivos”, avalia Rafael Toffolo.

Ações de promoção a leitura para as crianças coexistindo com os lançamentos de livros dos autores locais e regionais no espaço do autor e mesas dos autores convidados no auditório da festa sublinharam o caráter eclético da feira. Entre os sucessos da Flim, destaque para o projeto Casa do Livro, criativa estrutura em madeira que estimula a troca e a leitura de obras, e a participação da Universidade da Terceira Idade com atividades de ensino de filosofia para crianças.

“A palestra da Cláudia Costin de Leitura para a Educação, a do Ney Fernando e Andrea Motta sobre Ações Culturais Voluntárias em Escolas, o curso da Cintia Alves abordando Atividades formativas para Educadores e Artistas, bem como a palestra da Jaqueline Conte Crianças e Literatura na era digital reforçaram a meta de fazer da festa uma celebração do conhecimento”, explica o secretário de Cultura. 

Nas mesas de autores, os debates fortaleceram o conceito central da Flim, expressa no tema central ′Literatura munda mundos?!′ a participação de Ferrez, Mel Duarte e Henrique Rodrigues e Marcelo Moutinho abordando aspectos marginais da literatura. Luiz Ruffato falou de personagens geralmente anônimas na história da literatura e das relações de trabalho que pouco foram explorados pelos escritores. Espetáculos de teatro e de música conectaram vozes, como de Antonio Nóbrega, Robert Walker, Gonçalo Tavares, Gero Camilo e tantos outros.  O secretário de Cultura destaca a parceria com  Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a curadoria do produtor Cultural Antonio Carlos Sartini.

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