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Saúde
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10 de Agosto de 2018
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Atendimento especializado acompanha cerca de 300 famílias vítimas de violência
 
Diretoria de Comunicação
 
Cerca de 300 fam?as que sofreram algum tipo de viol?ia frequentam os Centros de Refer?ia Especializado de Assist?ia Social (Creas) Clique para ampliar a foto
Cerca de 300 fam?as que sofreram algum tipo de viol?ia frequentam os Centros de Refer?ia Especializado de Assist?ia Social (Creas)
Foto: Marcio Naka VEJA MAIS FOTOS
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) I e II atende, atualmente, cerca de 300 famílias que sofreram algum tipo de violência (física, psicológica, sexual, cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, abandono e vítimas de negligência). As unidades, da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc), atuam com equipes multiprofissionais, formadas por psicólogos, assistentes sociais e educadores de base.

São acompanhadas crianças de 0 a 12 anos, adolescentes de 12 a 18, idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiências ou transtornos mentais e qualquer adulto que tenha sofrido alguma discriminação por gênero, cor ou orientação sexual. 

A coordenadora do Creas I, Franciane Mantovani, explica que os centros não atendem apenas o indivíduo, e sim a família. Com isso, o número de pacientes atendidos é grande, já que há famílias com cinco pessoas, por exemplo. Nosso foco é a família. Fazemos um planejamento de atendimento que envolve todos os familiares para tratamento em conjunto, diz. 

O tempo de acompanhamento depende da demanda de cada família. Existem famílias que são atendidas por anos e outras por alguns meses. São feitas entrevistas psicossociais para que a equipe conheça as famílias, entenda as demandas, os encaminhamentos que devem ser feitos e os cuidados necessários, destaca Franciane. 

Ela também explica que são realizadas visitas domiciliares, pensando na proteção e bem-estar da vítima. No primeiro semestre deste ano, foram registradas cerca de 495 visitas domiciliares pelo Creas I e 500 pelo Creas II. 

Denúncias 
Em casos de violência, a denúncia deve ser feita pelo telefone da Ouvidoria Municipal (156), ou para o disque denúncia estadual (181) ou para a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (100). A coordenadora do Creas I, Franciane, esclarece que esses meios possuem profissionais qualificados para receber informações e prestar orientações. 

Saiba mais 
Creas I, funcionamento das 8h às 17h, rua Furtado de Mendonça, 613, Zona 3
Telefone:  (44) 3011-1042
Creas II, funcionamento das 8h às 17h, rua Caracas, 110, esquina com Pedro Taques
Telefone: (44) 3901-1167

 
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