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Córregos
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11 de Janeiro de 2018
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Sema intensifica fiscalização de descarte irregular de resíduos
 
Diretoria de Comunicação
 
Anlise inicial da qualidade da gua recolhida em empresa que descarta resduos no Ribeiro Floriano apontou irregularidade Clique para ampliar a foto
Anlise inicial da qualidade da gua recolhida em empresa que descarta resduos no Ribeiro Floriano apontou irregularidade
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Tcnicos coletam gua de riacho para avaliar eventuais indcios de resduos poluidores, identificar a fonte e tomar medidas para preservar meio ambiente
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A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) intensificou a fiscalização em empresas que lançam efluentes no Ribeirão Floriano com a coleta de amostra em pontos específicos do córrego para determinar suspeitas de contaminação. Análise apontou irregularidades no despejo de resíduos decorrentes de processos industriais e foi identificada a origem. A empresa responsável foi penalizada com embargo do descarte até que realize as adequações necessárias no sistema de tratamento.

Cópia do documento detalhando as razões do embargo foi encaminhada ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Estamos fazendo um atento monitoramento de empreendimentos que se utilizam de água em seus processos, de forma que o retorno dessa água aos córregos esteja em conformidade com a legislação, explica o secretário de Meio Ambiente, Ederlei Alkamin, acrescentando que as denúncias recebidas são investigadas, de forma a fundamentar a adoção de eventuais medidas.

A diretora de Licenciamento e Controle Ambiental da Sema, Juliane Kerkhoff, explica que o embargo alcança especificamente o lançamento de efluentes e que a empresa pode continuar funcionando normalmente. O laudo não pode ser contestado. O que a empresa pode fazer é um novo laudo, porém, deverá ser realizado no mesmo laboratório e a coleta deve ser feita na presença de agentes da Sema, afirma Juliane Kerkhoff. Caso desrespeite a determinação, a empresa pode ser penalizada com multa de até R$ 30 mil.

As irregularidades constatadas pelos agentes ambientais comprometem a qualidade da água e, em consequência, toda a biodiversidade, o que inclui plantas e animais. Maringá é cortada por 29 córregos e muitos deles recebem resíduos produzidos por processos industriais. A água que retorna aos riachos após o uso industrial precisa, obrigatoriamente, estar em condições adequadas para não causar prejuízos à biodiversidade. Não se trata apenas do cumprimento da legislação, mas principalmente de respeito ao meio ambiente, afirma Ederlei Alkamin.

 
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