Prefeitura do Município de Maringá

Campanha “Não dê Esmola” vai abordar a comunidade na próxima terça-feira (17)

Assessoria de Comunicação

12 de janeiro de 2012

     A próxima ação da campanha “Não dê Esmola” programada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc) está marcada para terça-feira (17), a partir das 9 horas, no cruzamento das avenidas Mandacaru e Colombo. A campanha tem como objetivo mobilizar a sociedade civil a combater a mendicância de crianças e adolescentes nas ruas. A ação que seria promovida nesta sexta-feira (13) foi cancelada devido à previsão de chuva.
     O secretário de Assistência Social e Cidadania, Ulisses Maia, destaca que a campanha tem caráter permanente mas que as ações estão sendo intensificadas no período de férias escolares, em que mais crianças ficam nas ruas pedindo esmolas ou vendendo balas e doces, muitas vezes exploradas por adultos.
     “Nossa abordagem permite verificar o motivo pelo qual essas crianças estão nas ruas e fazer um trabalho de reestuturação familiar, combatendo essa situação com os serviços oferecidos pela Prefeitura. Sabemos que a população dá esmola pensando em ajudar. Entretanto, muitos desses meninos e meninas são explorados por adultos e esse procedimento não ajuda o desenvolvimento de trabalho da assistência social”, explica.
     A campanha consiste em trabalhos de panfletagem, capacitação dos profissionais dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), dos Centros de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), de fiscais da equipe de abordagem e profissionais que lidam diretamente com meninos e meninas em situação de rua.
     Dentro da campanha também está prevista a promoção de oficinas temáticas incentivando a população a participar do projeto Família Acolhedora, uma medida de proteção que consiste no encaminhamento de meninos e meninas em situação de vulnerabilidade a conviver com famílias voluntárias. O objetivo é evitar a institucionalização de crianças em situação de rua ou vítimas de abuso, negligência, maus-tratos, exploração.
     Outro eixo da campanha diz respeito ao trabalho infantil. A proposta é criar um banco de dados para mapear e monitorar crianças e adolescentes com mão-de-obra explorada, envolvendo a particiação dos municípios de Sarandi, Paiçandu e Marialva.

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