Prefeitura do Município de Maringá

Conselho de Gestão Fiscal faz dois anos e renova membros

Diretoria de Comunicação

08 de julho de 2019

Implantado há exatamente 2 anos, no dia 8 de julho de 2017, o primeiro Conselho de Gestão Fiscal do município renovou três de seus membros durante apresentação de relatório relativo ao quadrimestre no final da tarde desta segunda. Miriam da Silva Braz, José Vanderley Santana e Maria Regina da Fonseca deixaram o cargo. Substitutos serão anunciados ainda esta semana. O conselho é formado por cinco pessoas indicadas pela sociedade civil organizada. João Adolfo Stadler Colombo e Rita Augusta Rossi permanecem no conselho. Os nomes dos substitutos serão anunciados ainda esta semana. 

"Como primeiro conselho fiscal implantado no país, tivemos que aprender a aplicá-lo na prática, desenvolvendo metodologias e protocolos dentro do que preconizava a lei que o criou", disse José Wanderlei, antes de expor relatório com dados sobre o trabalho desenvolvido nos últimos meses. Na sequência, ele Miriam Braz e Maria Regina receberam certificado do município reconhecendo o trabalho do trio. "Temos uma parceria com a sociedade na busca contínua de transparência e vocês desenvolveram um trabalho extraordinário", disse o prefeito Ulisses Maia. 

O conselho foi criado pela Lei 10403 ′com o objetivo de acompanhar e avaliar, de forma permanente, a política  e a operacionalidade da gestão fiscal′. Essencialmente, o conselho busca estimular o equilíbrio de custos e benefícios num ambiente de transparência. "A importância do conselho está associada exatamente a essa missão, de promover a transparência, ratificando um compromisso da gestão municipal, e contribuir para o aperfeiçoamento das práticas fiscais e contábeis, fundamentais para eficiência administrativa", afirma o secretário de Fazenda, Orlando Chiqueto.  

Ano passado, ao dar posse ao conselho, o prefeito Ulisses Maia destacou a importância  histórica da iniciativa, reafirmando compromisso de sua administração com a transparência. "A criação do conselho consolida nossa disposição em abrir as contas públicas e torná-las cada vez mais acessíveis ao controle social. O acesso da sociedade às informações contábeis e fiscais da gestão não é apenas uma questão de transparência, mas principalmente de respeito com o recurso do cidadão", disse. 

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